domingo, 29 de julho de 2012

Colégio mostra a história da cidade através de suas feiras livres

Em toda área do colégio Gênesis foram instaladas barracas com frutas, verduras e legumes. Cada uma delas representou feiras livres como as da Estação Nova, Sobradinho e Tomba. Os estudantes e os pais se mostravam bem interessados no projeto de resgate da história feirense.
Ney Silva

Um violino com quase 30 anos, discos de vinil, rádios antigos, fotografias de famílias, a história do cangaço, uma banca com ervas medicinais e livros de cordel. Foi dessa forma que o colégio Gênesis, da rede particular de ensino, através de uma Feira de Memórias retratou a história de Feira de Santana. O evento realizada nos dias 27 e 28 (sexta-feira e sábado) na área do próprio colégio, foi um esforço da direção, professores, estudantes e pais de estudantes. A participação  de pessoas da comunidade foi expressiva.
O professor Augusto Spínola que coordenou a Feira de Memórias, informou que a pretensão do  colégio foi realizar um trabalho com os estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e do 1º e 2º ano do ensino médio para que eles pudessem estudar Feira de Santana a partir de uma feira livre. Para que isso ocorresse, explica Spínola, foram montados trabalhos como o museu da família, exposição de cartas familiares, questões relacionadas a educação, as migrações entre outras.
Em toda área do colégio Gênesis foram instaladas barracas com frutas, verduras e legumes. Cada uma delas representou feiras livres como as da Estação Nova, Sobradinho e Tomba. Os estudantes e os pais se mostravam bem interessados no projeto de resgate da história feirense.
A empresária Livânia Porto Aragão que tem um filho no Gênesis disse que o trabalho foi  muito interessante. " Fico assim encantada de ver o acompanhamento dos meninos nesse processo com o professor Spínola que se empenhou no projeto para mostrar relíquias de famílias, memórias fotográficas e vendo isso a gente volta ao passado", afirmou.
A professora Kenya dos Anjos que é diretora do Gênesis estava feliz com o resultado do evento.Segundo ela a receptividade da Feira de Memórias foi além do esperado junto a comunidade escolar. " Pelo olhar e pela participação principalmente dos pais observando períodos que eles viveram e puderam relembrar foi muito interessante, afirmou.

Ela lembrou também que a história do próprio colégio foi incluída. A instituição está completando 18 anos de atividades. " Mostramos toda origem do Gênesis como a parte arquitetônica até a participação de funcionários, professores e estudantes que por aqui passaram", disse.

Confira mais fotos da Feira de Memórias:









quinta-feira, 26 de julho de 2012

Procissão do Jubileu:Pedidos,emoção e amor a Senhora Santana

Mais uma vez o povo católico foi as ruas reverenciar sua padroeira. Mais do que fé e tradição, observa-se a força do catolicismo que tem uma igreja administrada com zelo, carinho, respeito e principalmente amor. Viva Senhora Santana.

Ney Silva

Na procissão do Jubileu de ouro da Arquidiocese de Feira de Santana, ocorrida na tarde desta quinta-feira(26),os fiéis não economizaram tempo, muito menos pedidos aos seus santos e santas protetoras. A imagem de Senhora Santana foi a mais disputada entre as pessoas. Curas para o corpo, compra de uma casa própria e teve até quem pedisse para a santa ajudar a ganhar na loteria esportiva.

Mas é sempre assim. Não se trata de pedidos com sentimentos de ganancia ou soberba. É a fé do povo  que em qualquer parte do planeta busca integrar-se com a palavra de Deus de sua forma  simples. O Brasil, de maioria católica e diversidade étnica e cultural bem expressiva destaca-se em sua religiosidade.
lavradora Maria Ferreira Pereira era a expressão de felicidade. Ela chegou cedo á catedral com um grupo de pessoas do distrito Governador João Durval para participar da procissão. Antes que o andor de Santana deixasse a igreja ela fez um pedido. " Eu pedi para Santana mim ajudar a curar câimbras de minhas mãos. Fiquei boa dos pés. Mas tenho esse problema nas mãos", afirmou.
O trabalhador Gonçalo que mora na cidade de São Gonçalo dos Campos, fez um pedido para sair de vez das dificuldades. " Eu pedi a Santana para ganhar na loteria. Quero enricar", afirmou.


Quem vai a procissão nem sempre tem pedidos a fazer. Uns agradecem pelas conquistas e outros vão em busca da espiritualidade e emoção.
É o caso da gerente comercial Mércia de Azevedo Mendes que há muitos anos participa da procissão. Ela disse que tem muita fé e foi agradecer por ter se curado de um problema de saúde.
A professora Marta Lima que estava emocionada e até chorou com a passagem dos andores especialmente o de Senhora Santana, fez um pedido coletivo." Este é um ano político. Quero pedir a Jesus Cristo que abençoe e proteja todos os homens e mulheres que vão comandar a nossa cidade e que possam ter discernimento pensando sempre na comunidade" afirmou. 
Este ano a procissão teve quase 50 andores vindos das paróquias do município e de particulares. Por volta das 16:30 os andores deixaram a catedral e saíram as ruas carregados com amor e emoção pelos fiéis.
O Cura da Catedral, monsenhor José Nery estava feliz com a participação do povo." Contamos com caravanas de quase todas as paróquias da arquidiocese", afirmou.
Na opinião do arcebispo metropolitano Dom Itamar Vian, a procissão do Jubileu mostrou mais uma vez a grande manifestação de fé da comunidade. Há 17 anos como líder espiritual da igreja católica ele informou que foi a maior de todas as procissões ocorridas nesse período. " Renovo meus agradecimentos e parabéns ao povo pela manifestação de fé que se concretiza em Feira de Santana", afirmou.


Participação de políticos


Como já se esperava durante a procissão, os prefeituraveis e candidatos a vereador tiveram presença marcante. A preferência dos políticos é sempre o entorno do andor de Senhora Santana onde ficam o arcebispo e as demais autoridades religiosas.
Este ano o prefeito Tarcízio Pimenta, a deputada e primeira dama Graça Pimenta, secretários e assessores formaram fileira logo atrás dos religiosos.
A cerca de 3 metros atrás do grupo do atual prefeito, outra fileira tendo  á frente o candidato do Democratas  e ex-prefeito José Ronaldo. Também estavam presentes o seu vice Luciano Ribeiro, o deputado Carlos Geilson, ex-secretários e o atual vice-prefeito Paulo Aquino.
Um pouco mais distante do andor de Senhora Santana, o candidato José Neto do PT e a sua vice na chapa Eliana Boaventura cumprimentavam as pessoas.


Mais uma vez o povo católico foi as ruas reverenciar sua padroeira. Mais do que fé e tradição, observa-se a força do catolicismo que tem uma igreja administrada com zelo, carinho, respeito e principalmente amor. Viva Senhora Santana.


Confira mais fotos da procissão:





















quarta-feira, 25 de julho de 2012

Greve dos professores perde força: Grandes Colégios podem voltam a funcionar a partir de segunda-feira

A diretora da Direc em Feira de Santana, Lívia Maria Oliveira confirma que em alguns dos grandes estabelecimentos de ensino a categoria está realmente se manifestando favorável ao fim da greve. 

Ney Silva

Por não encontrarem mais consistência no movimento grevista, professores que trabalham nas grandes escolas da rede estadual em Feira de Santana estão se articulando para retornar  á sala de aula. Angustiados, desgastados e  sem receber salários, os professores estão exaustos diante do impasse entre governo e Aplb. Pelo menos em dois dos quatro grandes colégio estão ocorrendo reuniões para suspender o movimento paredista.

Na noite desta quarta-feira, um grupo de professores do colégio Luiz Eduardo Magalhães se reuniu para discutir o retorno das atividades escolares. O diretor do colégio, Edvan Pedreira disse que existe realmente a possibilidade da retomada de atividades a partir da próxima segunda-feira. Dos 63 professores cerca de 30 demonstram interesse pelo fim da greve. Ele acredita que essa adesão deve aumentar até sexta-feira (27).

" Nós estamos trabalhando para que o retorno dos professores seja de forma integral e não parcial. Mas não havendo um consenso faremos o retorno parcial", afirmou Edvan. Segundo ele, a greve dos professores vem causando um grande prejuízo ao ensino." O aluno perde o ritmo e até que ele retorne
isso demanda tempo com a perda da qualidade do ensino!, afirmou.

Direc confirma que tem professor interessado pelo fim da greve
A diretora da Direc em Feira de Santana Lívia Maria Oliveira confirma que em alguns dos grandes estabelecimentos de ensino a categoria está realmente se manifestando favorável ao fim da greve. Ela citou o caso do Luiz Eduardo e do Assis Chateaubriand em que os professores estão se movimentando para voltar ao trabalho." Acho que os professores vão ter que voltar porque os alunos precisam estar em sala de aula", disse.Ela informou também que dos 88 colégios 46 estão em funcionamento.













Daniela Cardoso e Ney Silva

Uma equipe de inspetores da Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ) chegou ao Fórum Filinto Bastos por volta das 11 horas desta quarta-feira (26), coordenada pelo juiz auxiliar da corregedoria, Ricardo Chimenti e mais três servidores. O objetivo é fazer um levantamento das reais necessidades do Poder Judiciário na cidade.
Os representantes do CNJ se reuniram no salão do júri com alguns juízes da comarca para explicar aos magistrados feirenses o que vai ser feito nessa ação da equipe. Eles foram recebidos pelo diretor do Fórum Filinto Bastos, juiz Walter Ribeiro Costa Junior.

Dados do CNJ indicam que das 21 varas de Feira de Santana, quatro estão sem juízes titulares e para o controle do órgão só constam 17. Ao todo 19.158 processos estão parados a mais de 100 dias até o mês de junho. Com 17 juízes dá um total de 1.127 processos por magistrados.

Em Salvador existem 22.656 processos parados para um total de 128 juízes, o que dá uma média de 177 processos por juiz, o que equivale dizer que o número de processos parados por juiz em Feira de Santana é oito vezes maior que em Salvador. 
O juiz Ricardo Chimenti confirma que os dados acima apresentados indicam uma sobrecarga de trabalho em Feira de Santana. “Queremos compreender melhor a estrutura da comarca, a realidade dos juízes e verificar a necessidade de alguma mudança de política em relação a essa cidade, a fim de que os magistrados possam melhor atender a população”, disse.

Sobre o número de processos parados a mais de 100 dias, Chimenti disse que a produtividade é grande, mas ele entende que há uma carência de infraestrutura que precisa ser solucionada o mais rápido possível. Ele informou que após essa inspeção deverá ser dado um prazo de aproximadamente cinco meses para que se verifique possíveis melhorias.

O juiz, que comanda uma equipe de 40 pessoas do CNJ, está na Bahia desde ontem (24) e além de Feira de Santana, outras equipes estão fazendo procedimentos de inspeção em Salvador, Vitória da Conquista, Itabuna e outras comarcas.

Chimenti informou ainda que desde a primeira visita, ocorrida em 2008, a justiça da Bahia melhorou em 40%, mas que ainda há muito o que fazer. Ele ressalta que há um esforço dos magistrados para que isso possa ocorrer, até com o afastamento daqueles que não atendem a expectativa da sociedade. A equipe do CNJ permanece na cidade durante todo o dia de hoje.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Diretora de escola diz que greve dos professores está abusiva

Ney Silva

A greve dos professores da rede estadual que já dura mais de três meses pode ser considerada abusiva e a categoria deve refletir sobre as consequências para a sociedade. Essa é a opinião da professora Ednalva Ramos, diretora do Colégio Estadual Menino Jesus de Praga, que não aderiu a paralisação. A professora que também é advogada diz que os alunos sem estudar ficam com a mente ociosa e isso é perigoso.

Ela acha também que há um prejuízo intelectual para  os alunos que estão fora da sala de aula." Chegou um ponto em que a greve está abusiva porque tem até professor chorando para voltar a sala de aula para receber seus salários",diz Ednalva. A professora disse ainda que muitos professores não tem outra fonte de renda e estão em dificuldades. Mas reconhece que o salário de um professor precisa ser melhor porque se trata de uma profissão nobre.

Sobre a possibilidade de punição aos diretores por parte do governo, Ednalva Ramos informou que existe essa possibilidade. Segundo ela, o diretor de estabelecimento de ensino mesmo sendo escolhido pela comunidade escolar ocupa um cargo de confiança. Mas ela entende que um diretor  não tem poderes para fazer com que um professor possa voltar a trabalhar em um momento como esse de paralisação.

Na opinião de Ednalva, se o professor não volta a sala de aula todos saem perdendo. O governo, as escolas e a sociedade como um todo.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Procon aciona 36 agências bancárias de Feira de Santana na justiça

Daniela Cardoso

A superintendência de defesa do consumidor em Feira de Santana (Procon) ingressou com uma Ação Civil Pública contra 36 agências bancárias. Segundo o superintendente do órgão, Jorge Marques, além do atendimento ruim, os bancos não estão aceitando pagamentos adiantados.

“Os bancos fazem empréstimos para aposentados, mesmo quando eles estão com nome no SPC e Serasa. Quando os aposentados querem quitar o empréstimo antecipado, os bancos dificultam a emissão de boletos. São muitas queixas no Procon”, afirmou.

Segundo o superintendente, o Procon reuniu todas as queixas e abriu uma Ação Civil Pública contra as empresas bancárias, que são agências de empréstimos e bancos, que terão que prestar esclarecimentos e melhorar o serviço.

De acordo com Jorge Marques, outra reclamação constante é com relação as altas taxas de juros, porém ele informou que o Procon não pode interferir nessa questão, porque a negociação é livre.

domingo, 22 de julho de 2012

Poluição ambiental prejudica comunidade quilombola em Feira de Santana

Ney Silva e Daniela Cardoso

Os moradores do bairro São João do Cazumbá, que é uma comunidade quilombola, localizado na área do CIS (Centro Industrial do Subaé) estão enfrentando sérios problemas devido a poluição ambiental. 
As crianças de uma pré-escola da rede municipal de ensino são quem mais sofrem com o mau cheiro provocado por uma rede de esgoto estourada e pelo odor exalado por chaminés das indústrias. 
O bairro, que geograficamente fica em uma depressão, não tem rede de esgotamento sanitário e a única rede que é para água pluvial também recebe dejetos das casas, incluindo as de um conjunto do antigo pranolar. A rede de esgoto estourou na rua do Cravo em frente a escola municipal Margarida Brito de Oliveira. 
Em torno do esgoto a céu aberto é comum a presença de crianças brincando sem saber dos riscos que correm com a possibilidade de contrair doenças diversas. 
A professora, Maria Nice Oliveira, informou que as crianças com idades que variam de três a cinco anos não suportam a intensidade do mau cheiro dentro das salas. Ela disse que a situação é complicada, porque além do mau cheiro provocado pela rede de esgoto estourada, a poluição do ar é intensa em decorrência da produção das fábricas. 
“De manhã cedo o mau cheiro é muito forte, as crianças reclamam e estão até com problemas respiratórios, tendo que ser levadas a postos de saúde. Muitas delas ficam sem estudar, porque estão doentes em casa”, afirmou Maria Nice. 
A dona de casa Marina Rodrigues da Silva é uma das mais prejudicadas com a rede de esgoto estourada que fica na porta da casa dela. “Essa situação é muito ruim, porque o mau cheiro é forte, principalmente durante a tarde com o sol quente”, reclama a moradora. 
A presidente do Conselho Municipal da Igualdade Racial e dos Direitos Indígenas, Lurdes Santana, confirmou ao Acorda Cidade que o bairro São João do Cazumbá é realmente uma comunidade quilombola. 

Ela conta que aquele bairro está esquecido pelas autoridades, mas que já foram encaminhados relatórios ao governo Federal e a secretaria estadual da Igualdade Racial. “De todas as comunidades quilombolas de Feira de Santana, o São João do Cazumbá é o mais carente”, afirma Lurdes.

Ela informou que os problemas não envolvem apenas o meio ambiente, mas também, a questão educacional, porque a escola precisa melhorar sua estrutura e faltam ações relacionadas ao esporte e ao lazer para afastar as crianças e adolescentes das drogas.

Lurdes Santana lembra que o bairro São João do Cazumbá é uma das comunidades mais antigas de Feira de Santana, onde historicamente Lucas da Feira convivia com a comunidade. Ela lamentou que existem muitos entraves sociais no Brasil e que os recursos destinados a essas comunidades demoram de chegar.

Segundo ela, o secretário de Desenvolvimento Social, Ronaldo Barbagelata, está tendo boa vontade para resolver algumas situações das pessoas que vivem naquele bairro e já programou uma visita a partir da próxima segunda-feira.

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